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Antes de iniciar a verificação, a pressão da linha hidráulica deve ser aliviada e o nível de óleo deve ser conferido. O corpo do cilindro e a conexão da haste do pistão devem ser inspecionados visualmente, procurando vazamentos, ferrugem ou deformação. Pressiona-se o pistão manualmente para verificar se ele se move livremente e se há travamento no retorno. Abre-se o niple de sangria para retirar o ar do sistema e observa-se a pressão do pedal; se a sensação esponjosa persistir, há suspeita de vazamento interno ou entrada de ar. Procuram-se sinais de vazamento nos pontos de conexão da linha e ao redor do niple. Em casos suspeitos, o cilindro deve ser desmontado para inspeção detalhada do retentor do pistão e do desgaste da superfície interna.
Antes da substituição, o sistema hidráulico deve ser esvaziado e o óleo antigo totalmente drenado. Ao instalar o novo cilindro auxiliar, deve-se verificar o alinhamento correto da conexão da haste do pistão e se ela se move livremente. Os parafusos de fixação devem ser apertados com o torque especificado no manual de serviço do veículo; para o valor exato de torque, o manual de serviço OE atualizado do veículo é a referência definitiva. Após a montagem, o sistema deve obrigatoriamente ser sangrado (bleeding) de forma correta; a presença de ar prejudica a sensação do pedal e impede a abertura total da embreagem. O cilindro mestre e o auxiliar devem ter relação de vazão/volume compatível; peças incompatíveis alteram o curso de acionamento.
Para a escolha correta, deve-se confirmar o modelo do veículo, o número de chassi e se o sistema de embreagem é hidráulico ou acionado por cabo; o diâmetro e o curso do pistão do conjunto completo devem ser compatíveis com o cilindro mestre.
| Critério | Por que é importante |
|---|---|
| Número de chassi / combinação motor-câmbio | O diâmetro do pistão e a faixa de curso variam conforme o modelo |
| Compatibilidade de diâmetro do pistão | Se a relação de vazão com o cilindro mestre for alterada, mudam a sensação do pedal e o curso de acionamento |
| Interface de conexão | A geometria de conexão da haste/garfo é específica de cada veículo |
| Material do retentor | Um retentor incompatível com o tipo de óleo hidráulico vaza prematuramente |
| Posição do niple de sangria | Um ângulo de montagem diferente pode dificultar a sangria do ar |
O cilindro auxiliar é uma peça que não sofre atrito direto, mas trabalha continuamente sob pressão hidráulica; o fator principal que determina sua vida útil é a qualidade do retentor e a limpeza do óleo hidráulico. Óleo hidráulico sujo ou úmido desgasta prematuramente os retentores internos e causa corrosão. Nas manutenções periódicas, o nível e a cor do óleo devem ser verificados e, quando necessário, o sistema deve ser totalmente drenado e substituído por óleo novo. Ao perceber uma mudança gradual na sensação do pedal, a intervenção precoce evita a falha repentina do cilindro auxiliar e o risco de imobilização na estrada.
A VADEN fabrica conjuntos completos de cilindro auxiliar de embreagem para veículos comerciais pesados com diâmetro de pistão, curso e especificações de retentor originais (OE). Graças à geometria de conexão correta e à compatibilidade hidráulica, preserva a sensação original do pedal e o desempenho da embreagem.
Qual é a diferença entre o Cilindro Auxiliar e o Cilindro Mestre de embreagem?
O cilindro mestre, do lado do pedal, gera a pressão hidráulica, enquanto o cilindro auxiliar converte essa pressão em movimento mecânico do lado da embreagem, separando o disco do volante. Juntos, formam a linha hidráulica da embreagem.
É melhor trocar só os retentores ou o conjunto completo?
Em geral, sim, o conjunto completo. Como o corpo e as superfícies do pistão do cilindro auxiliar também podem se desgastar, trocar apenas os retentores pode causar novo vazamento em pouco tempo; o conjunto completo é uma solução mais confiável.
Quando o pedal de embreagem fica mole, o que verificar primeiro?
Primeiro deve-se verificar o nível de óleo hidráulico e se há ar no sistema. Se a sensação não melhorar após a sangria, aumenta a suspeita de vazamento interno no cilindro auxiliar.
Por que a sangria do ar é obrigatória na troca do cilindro auxiliar?
Como o ar retido no sistema é compressível, nem toda a pressão do pedal se converte em movimento do pistão; isso faz com que a embreagem não abra totalmente e cause problemas na troca de marchas.
O que acontece se for instalado um cilindro auxiliar com diâmetro de pistão incorreto?
A relação de vazão com o cilindro mestre é alterada; o curso de acionamento do pedal muda, a embreagem abre cedo ou tarde demais, o que prejudica o conforto de condução e a vida útil dos componentes.
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